Scrum é bom, Scrum é demais!

4 de novembro de 2011

Scrum Kanban ElephantLembro-me de uma piadinha de quando eu era criança, na qual um homem via um bando de pessoas cantando “O Xú é bom, o Xú é demais”. Intrigado, resolve seguir as pessoas. Sobe montanha, desce montanha, sobe montanha, desce montanha até chegar numa caverna e todo mundo entra, menos ele. Uma espécie de guardião da caverna fala que ele só pode entrar se trouxer uma oferenda. A história se repete umas 10x, cada vez o homem tendo que trazer uma coisa diferente. Sobe e desce a montanha e a musiquinha do Xú é cantada mais umas tantas vezes durante a tal “piada” e depois de muito esforço, o homem consegue entrar na caverna e descobre que o Xú é o barulho de uma tocha que é colocada acesa na água, fazendo o barulho Xúúúúúú.

Sim, isso era uma piada! rs Mas enfim, porque estou falando dela? Por que a sensação que eu tinha antes de usar Scrum nos meus projetos era a mesma do homem da piada. Eu às vezes ia de uma lado pro outro, caçando gente pra fazer as coisas, cada hora tendo uma surpresa nova (elas ainda acontecem, mas em menor número).

Com o Scrum as coisas são feitas em partes, ou o que chamamos de Sprints. Ou seja, de uma listona de itens (product backlog), separamos alguns nos quais dedicaremos todos os esforços da equipe pelas próximas duas semanas.

O interessante disso tudo é que você vê a coisa tomando corpo aos poucos, pois tudo o que você coloca nos Sprints, são coisas entregáveis. Então, os Sprints são formados por Estórias, blocos menores de entregáveis.

Ao final do Sprint, é feita uma revisão e os itens que ainda tiverem alguma pendência, são incorporados no Sprint seguinte.

Tudo o que estiver rolando no Sprint fica numa lousa, chamada de Kanban, usando post-its. Temos os itens por fazer, os em andamento e os terminados. Visualmente você vê as coisas se mexendo e começa ter uma noção bacana sobre o andamento e qualquer um pode ter esta noção a qualquer tempo.

Mas antes de qualquer coisa, é definido um time que trabalhará no projeto, do começo ao fim (de preferência). Isso gera uma noção de união e mostra a interdependência e influência que atividade de cada um exerce sobre a atividade do colega.

Outra coisa bacana é que a quantificação das horas de trabalho dos itens do product backlog é palpitada por todos da equipe, mesmo com especialidades diferentes. Desta maneira, a equipe passa a ter uma visão ampla do trabalho e começa a entender melhor o que o outro faz e por que ele leva um número X de horas para executar uma atividade.

Enfim, não tenho a intenção de transformar este post numa aula de Scrum, até porque todo dia eu aprendo uma coisa nova com ele. Mas, se você quiser saber mais, aconselho a leitura do livro gratuito Scrum Direto das Trincheiras, disponível em http://www.infoq.com/br/minibooks/scrum-xp-from-the-trenches.

Vale a leitura! Aposto que você também vai achar o Scrum demais! :)

Doença terminal + sua marca = catástrofe

26 de outubro de 2011

Associar determinados atributos a uma marca é sempre bem-vindo, principalmente se forem positivos. Algumas empresas conseguem tornar esta associação tão forte que muitas vezes um é sinônimo do outro. Quer lavar sua roupa e deixá-la com “o branco que sua família merece”? Use OMO! Uma empresa inovadora que mudou a forma como interagimos com a tecnologia? Think different! Apple!

São exemplos de empresas que associaram suas marcas com certos atributos que se tornaram exclusivos, uma grande sacada e um passo à frente dos concorrentes.

Porém, há tempos atrás vi uma propaganda que me intrigou. O filme em si era bem produzido e não quero de forma alguma menosprezar o trabalho dos profissionais que o fizeram, até por isso não citarei a marca em questão. Mas a mensagem e associação que a marca fez com uma doença terminal, ao meu ver, foi uma catástrofe.

Sim, todos estão sujeitos a ter uma doença incurável, e infelizmente existem pessoas que passam por esta situação. Mas não é o tipo de verdade que queremos ver. A morte nem sempre é bem interpretada e associá-la com sua marca não é a escolha mais feliz. Nem mesmo os cemitérios que vendem jazigos associam diretamente a morte ao seu produto.

Eu entendi a mensagem da propaganda, que se você quer informações confiáveis, você usa o serviço X. Mas se eu quero viver, não é este serviço que vai salvar minha vida, e sim a medicina e os médicos que estudam/estudaram por anos a fio.

Então, quando for associar sua marca a alguma coisa, certifique-se de que, mesmo estando de acordo com suas diretrizes, não possua ruídos que gerem associações secundárias indesejáveis como neste caso.

Ou eu to errado? :) (parafraseando o Datenão rs)

Dá pra brigar com as grandes?

18 de março de 2011

Em um mercado cada vez mais competitivo, bater de frente com os grandes varejistas, pode ser uma tarefa bastante difícil. Apesar de óbvia e clichê esta afirmação, foi ela que me deu um estalo para falar sobre um assunto super bacana e que espero ser aprovado como tema no meu TCC no MBA de Gestão de Marcas: branding para e-commerce.

Mas antes de tudo, o que é branding afinal? Ontem mesmo tentei explicar isso para minha mãe, quando me perguntou o que era o tal do branding que estava estudando. Foi muito bacana pois me forçou a ser o mais didático possível! :)

Branding  pode ser visto como um conjunto de regras e ações, realizados de forma bastante estruturada, que norteiam a comunicão da marca, através de conceitos e atributos, de preferência únicos, que façam com que sua marca seja a escolhida dentre diversas outras. É dar a ela uma personalidade, para que fique bem clara na mente do consumidor, ligando-a automaticamente a um ou mais atributos. É o que nos faz escolher A e não B. Em linhas gerais, isso é branding.

Pois bem, por que então branding para e-commerce?

Atualmente, em termos tecnológicos, não é nada difícil publicar na internet um e-commerce. Existem diversas ferramentas no mercado, que vão desde um site de leilões da vida, passando por soluções prontas e baratas, até soluções customizadas, mais caras, que praticamente em nada devem aos e-commerces dos grandes varejistas online.

Então, qual é a jogada do branding nesta história?

A minha tese é que, se uma empresa se estruturar de forma a parecer tão grande e confiável como uma grande, ninguém vai saber que ela é, por exemplo, uma loja de uma pessoa só, montada num fundo de quintal. Afinal, na internet, quem saberia me dizer, apenas olhando um site, qual a diferença de uma empresa pra outra?

Sei que minha visão parece simplória e que existem diversos fatores a serem considerados, mas entendo que se a coisa for bem planejada desde o princípio, e aí entra o branding, suas chances aumentam significamente.

Então, a princípio, afirmo que sim, é possível brigar com as grandes!

Fica a idéia para pensarmos juntos! Aos poucos irei alimentando o blog, nessa epopéia que será meu TCC, quando estruturarei melhor estes pensamentos.

Até a próxima! :)

Dá uma mordidinha?

16 de abril de 2010

Li uma notícia da newsletter da AMA (American Marketing Association) sobre uma plataforma de publicidade para mobiles que a Apple deve estrear em seu novo sistema operacional do iPhone, o iAd.

Diz o artigo, que a plataforma pretende revolucionar a publicidade em mobiles, deixando a coisa mais atrativa e interativa. A plataforma de distribuição, ao contrário do modelo de contextualidade do Google, serão as milhares de aplicações disponíveis para iPhone. A Apple repassará 60% das receitas aos desenvolvedores, ficando com 40% pela administração e venda da publicidade nos aplicativos.

Sagaz este tal de Steve Jobs, não?

O Google foi “se meter a besta” de fazer um sistema operacional para mobiles, o Android, além de ter lançado seu próprio dispositivo, entrando em um mercado em que a Apple cresce muito. Hoje, a maçã ocupa o terceiro lugar mundial no mercado de smartphones, perdendo apenas para Nokia e RIM (BlackBerry).

A Apple tem sofrido críticas por parte dos desenvolvedores pelo fato do sistema operacional do iPhone ser proprietário e existir uma certa burocracia para o aceite das Apps no site da Apple (cada aplicação é validada antes de disponibilizada para download, mesmo as gratuitas). Então, chega o Android com uma proposta open source e menos burocratizada para os desenvolvedores, tentando trazê-los para o seu lado.

O que faz a Apple? Incentiva o desenvolvimento para iPhone com la plata e no iPhone só entra publicidade do iAd.

Pois é, a briga promete! Cada um tentando dar uma mordidinha na fatia de mercado da outra.

E agora? Quem será que vai engolir quem, hein? ;)

Veja mais no site da AMA (precisa se cadastrar): http://migre.me/x1Vo

Gerenciar projetos é moleza!

28 de janeiro de 2010

Sim, sim. Gerenciar projetos é moleza!

Existem diversas ferramentas que podem nos ajudar nessa tarefa. Gantt Project, MS Project, Clocking It e outra infinidade de programas….

O procedimento? Também é fácil! Levanta-se o briefing com o cliente, detalha-se a solução, estipula-se prazo para cada item com a equipe, faz cronograma, proposta, inicia o projeto, faz acompanhamento diário com a equipe, testa, valida com cliente, faz ajustes, mais validações, mais ajustes e pronto! Projeto entregue e cliente feliz! :)

Agora, o difícil mesmo nisso tudo é GERENCIAR PESSOAS!

Ai, ai… Pessoas são bichinhos problemáticos, com ansiedades, desejos e vontades. Tem que ter jogo de cintura, tem que saber colocar bem as palavras.

São as pessoas que podem fazer tudo dar errado num projeto. Seja na fase do planejamento, seja durante o desenvolvimento da solução, seja o cliente falando que não pediu nada daquilo (e sim, ele pediu! rs).

Mas apesar de todos os cuidados, sempre tem uma pessoinha, que pode ser você, que atrapalha tudo! Aí, o coitado do GP (Gerente de Projeto) precisa tentar agradar a todos, para que o projeto saia nos conformes.

É engraçado como aquilo que nossos pais falavam pra gente, quando queríamos muito fazer alguma coisa que não aprovavam, pode ser aplicado no gerenciamento das pessoas. Quem nunca ouviu uma frase parecida com esta?

“Quando você tiver seus filhos, você vai entender”

Eu diria que “quando você for dono de uma empresa ou estiver em uma posição de chefia, você vai me entender”. Às vezes, temos que tomar decisões que não agradarão a todos, vamos ver caras feias, mas temos que seguir em frente, conforme o planejado.

Se tem uma coisa que aprendi, para ajudar a amenizar estes ruídos, é documentar tudo. Tenho o costume de, com autorização do cliente, gravar o aúdio de todas as reuniões que faço. É muito útil pois, além de documentar, você pode ouvir outras vezes e é impressionante como sempre pegamos mais um detalhe que tinha passado desapercebido.

Documentar é muito importante para que depois ninguém diga que não sabia ou que não viu. Afinal, contra fatos não há argumentos, certo?

E é por isso que eu digo que gerenciar projetos é moleza! Gerenciar pessoas é que é o complicado. Mas, se começarmos gerenciando nós mesmos, nossas atitudes, já ajuda um bocado!

Então, antes de pensarmos em nosso umbigo e no mundo que gira ao redor dele, que tal pensar no todo? Que tal pensar se suas atitudes não estão atrapalhando a equipe, o projeto e não deixam a empresa onde você está crescer?

Lembre-se: o combinado não é caro! Não adianta chorar depois! ;)

Seinfeld e a usabilidade

11 de janeiro de 2010

Seinfeld: Kramer, George, Elaine e JerryQuem não se lembra do famoso seriado dos anos 90, Seinfeld? Se você nunca assistiu, não sabe o que está perdendo! Em minha opinião, é simplesmente a melhor série de todos os tempos!

Mas, o que Kramer, George, Elaine e Jerry tem a ver com usabilidade?

Quando desenvolvemos algum projeto web, uma das primeiras coisas a se saber (se não for a primeira) é para quem faremos determinado trabalho, ou seja, nosso target.

Além de coletarmos dados demográficos, psicográficos e coisas do tipo que o Marketing é expert em fazer, é muito útil criarmos nestes projetos o que chamamos de personas.

As personas nada mais são que esteriótipos do seu público-alvo. Mapeando estas personas, conseguimos ter uma idéia muito boa de como atuarão os usuários em nosso site, podendo-se prever alguns de seus movimentos.

E é aí que entra minha série predileta!

Em projetos hipermidiáticos é muito comum nos utilizarmos de metáforas o tempo todo para fazer com que a experiência do usuário seja a mais tranquila e natural possível.  Utilizamos botões para indicar ações que precisam ser clicadas, letreiros, como na vida real, para indicar o nome de uma seção de um site e assim por diante.

Em Seinfeld não é diferente, eles se utilizam de metáforas o tempo todo. Aliás todos os personagens usam, dando exemplos extremamente exagerados para suas histórias, porém que explicam os fatos de maneira muito engraçada e ilustrativa.

Percebi que cada um dos personagens é marcado por características muito singulares e cada um deles interpreta as metáforas ao seu modo. Então, transportar estas características para possíveis usuários de projetos digitais, pode ser muito útil. Vejamos:

Kramer: O Kramer é o cara que entende erroneamente todas as metáforas, ele as leva ao pé da letra e interpreta tudo de maneira absurda. Poderíamos dizer que ele age mais ou menos como os usuários “perdidos” dos sites, que acabam conseguindo usar determinada função de maneira totalmente inimaginável. Certa vez entraram em contato pelo site da BM (minha empresa) querendo encomendar o produto que estava no site de um cliente nosso, como se nós o fabricássemos. Imagino eu que o usuário viu no rodapé escrito “Desenvolvido por Brasil Multimídia” ou não encontrou o link do contato (que juro, estava bem claro) e chegou até nós. Estranho, mas acontece!

George: O George é um cara medroso, desesperado e confuso. Seria o típico usuário que tem medo de explorar a interface, com receio de fazer bobeira: “Será que o botão de contato é de contato mesmo? Será que eu posso enviar uma sugestão usando esse botão? Por que não tem um botão de sugestões aqui e só este de contato? Se eu clicar em contato e enviar uma sugestão, será que o dono do site vai brigar comigo?”. Para ele tudo precisa estar muito claro e os feedbacks do site precisam ser bastante tranquilizadores para que o coitado não tenha um infarto!

Elaine: Ela, vamos dizer assim, tem um pavio bem curto. Apressada, quer tudo mastigado e não quer perder tempo. Pode ser comparada ao usuário que some do seu site em segundos, pois não encontrou o que queria (o índice Bounce Rate do Google Analytics te diz alguma coisa?) ou o típico usuário que vai direto para um campo de busca, sem ver nada do que está na tela. Ele quer buscar por aquilo e pronto. Se não tiver nada na interface do que ele procura, tchau, tchau, próximo site!

Jerry: É o mais sensato. É o cara que analisa, vê as coisas com calma antes de tomar uma decisão. Poderia ser comparado a um usuário mais habituado a linguagem digital, ou até mesmo alguém que gosta de explorar novidades e não tem medo de se aprofundar em um site ou uma hipermídia qualquer.

Assim, podemos comparar o desenrolar das histórias vividas em Seinfeld com a usabilidade. Tudo o que parece óbvio e simples demais acaba se transformando em algo extremamente confuso pelas ações não previstas dos próprios personagens, no nosso caso, os usuários. Algo mal colocado pode surtir um efeito totalmente diferente daquele que é pretendido.

Logo, um seriado que existia nos primórdios da Internet, pode hoje te ajudar a fazer um projeto muito bem arquitetado! Pensar nos usuários é primordial para o sucesso de seu site e com certeza um desses 4 perfis vai acessar seu site, não tenha dúvida! Se fazer um projeto bem feito já é bom, dar umas boas risadas usando estas personas é ainda melhor! :)

Dá pra viver só com software livre?

3 de janeiro de 2010

Há algum tempo atrás me propus um desafio: fazer um site completo, do início ao fim, utilizando apenas software livre.

Primeiro de tudo busquei pelas alternativas ao softwares comerciais.

Photoshop > Gimp (na verdade usei o GimpShop, que simula os menus e o jeitão do Photoshop)

Dreamweaver > Aptana (editor html)

Illustrator > Inkscape (para imagens vetoriais)

Confesso que foi um desafio me adaptar. Mas jurei pra mim mesmo que utilizaria os programas sem qualquer pré-julgamento.

A primeira dificuldade que tive foi com a integração que os programas da Adobe possuem. Muitas vezes copiar e colar algo do Illustrator pro Photoshop facilita muito a vida. Já nos nossos amigos livres, temos que voltar ao tempo em que era necessário exportar o arquivo para um formato compatível e torcer pra ele ser importado corretamente.

Achei o GimpShop bastante limitado. Dá pra quebrar um galho com ele, mas à vezes você se sente dando volta imensas para fazer tarefas que no Photoshop seriam bem mais simples.

O Inkscape parece um Corel Draw piorado. A interface é feia e na época que o utilizei, era necessária a instalação de plugins pra fazer algumas coisas.

Já o Aptana me surpreendeu. Não deixa a desejar, a não ser por uma coisinha ou outra, como a falta de um conta-gotas de cor quando estiver editando um CSS. Mas isso nem chega a ser um pecado, me tornei fã dele! :)

Sou um grande entusiasta do software livre e de tecnologias open source. Acredito que talvez com mais tempo eu até poderia superar as dificuldades e me adaptar melhor aos programas.

Mas vale ressaltar que já faz pelo menos um ano ou mais que fiz esta brincadeira e, com exceção do Aptana, o Inkscape e o GimpShop nunca mais usei. Talvez tenham melhorado de lá pra cá, não sei.

E você? Já tentou fazer algo do tipo? Como se saiu? :)

É hora de dar a cara à tapa

31 de dezembro de 2009

Há muito tempo tenho vontade de fazer um blog em que pudesse contribuir de alguma maneira com outros profissionais da minha área.

Não o fiz antes por dois motivos. Primeiro a velha e boa desculpa da falta de tempo. Não que eu tenha mais tempo agora, mas tudo é uma questão de prioridade. Segundo foi por “medo”. Sim, medo!  E se eu falasse alguma bobeira? E se eu passasse alguma informação totalmente errada, o que diriam?

Resolvi me preparar. Participei e participo de eventos diversos, leio muito (inclusive os “ultrapassados” objetos de forma retangular que chamam de livro) e percebi que muitas das coisas que tinha “medo” de dizer ao mundo, outros estavam dizendo.

Vejo que existe muito amadorismo na Internet brasileira, seja pela atuação dos famosos “sobrinhos” que manjam tudo das ferramentas mais avançadas de “designer” (e que não sabem a diferença entre design e designer), até empresas/profissinais que canibalizam o mercado com soluções pouco confiáveis e descartáveis. Por isso este blog.

Não que eu seja a salvação da lavoura ou algum Mestre dos Magos, mas espero sinceramente contribuir e compartilhar um pouco do que aprendi ao longo dos meus 12 anos de estrada.

Abordarei temas como webdesign, criação e gestão de marcas, marketing online e tudo o que estiver relacionado com o maravilhoso mundo da Internet.

Seja bem-vindo! Participe! Vamos fazer da Internet um lugar melhor para nós e para nossos clientes!